Corninho pagou a massagem tântrica e ganhou chifre de presente
Postado há 4 dias
Corninho pagou a massagem tântrica e ganhou chifre de presente
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Corninho pagou a massagem tântrica e ganhou chifre de presente
#relato
O clima no quarto de motel já estava tenso, carregado daquela expectativa gostosa de quem sabe que está prestes a cruzar uma linha sem volta. Como realizador aqui na Bahia, eu já organizei de tudo, de festinhas liberais a encontros de casais, mas quando aquele marido me procurou no privado, o fetiche dele era claro: ele queria ver a esposa dele ser possuída por um homem de verdade. Ele me contratou como massagista tântrico, mas o verdadeiro script era a entrega total da mulher dele bem diante dos seus olhos.
Ela deitou na cama do quarto, visivelmente nervosa, mas com os olhos brilhando de desejo. Ela vestia uma lingerie preta irresistível, um vestido bem curto que mal cobria as curvas e deixava tudo desenhado. Comecei a espalhar o óleo aquecido por cima da sua pele, subindo o vestido devagar até a altura da cintura. Em poucos minutos, a atmosfera mudou. Desprendi a lingerie e a deixei completamente nua ali na cama, expondo aquele corpo gostoso à minha massagem e aos olhos sedentos do marido, que assistia de um canto do quarto.
Fui quebrando as barreiras dela, descendo as mãos pelas nádegas, deslizando os dedos suavemente pela parte interna das coxas. A respiração dela começou a falhar, os gemidos baixinhos ecoando pelos travesseiros. O marido, excitadíssimo e sem aguentar a pressão, tentou abrir a boca para falar algo, quebrando o transe.
Eu parei a massagem na hora, olhei bem nos olhos dele e ditei as regras com firmeza:
— Fica sentado e calado. Se der mais um piu, eu coloco você para fora do quarto agora.
O impacto da minha autoridade foi imediato. O corno engoliu em seco, assentiu e se encolheu na cadeira, completamente submisso ao meu comando. Sentindo que eu estava no controle absoluto da situação, a esposa relaxou ainda mais na cama. Ela se entregou totalmente ao meu toque tântrico. Conforme minhas mãos trabalhavam sua energia e estimulavam seus pontos mais íntimos, ela foi se desarmando, subindo pelas paredes até atingir múltiplos orgasmos seguidos, o corpo todo tremendo e a b@ceta inundando de tanto tesão.
Me inclinei sobre o ouvido dela, sentindo o calor da sua pele, e sussurrei com a voz grave:
— Vou adorar provar o seu sabor agora...
Desci o meu corpo pelo meio das pernas dela, ali no meio dos lençóis. Afastei os lábios da sua b@ceta completamente molhada e afundei a minha língua sem dó. Ela arqueou as costas na cama, cravando as unhas no colchão, e não demorou dois minutos para descarregar um orgasmo violento direto na minha boca, jorrando o mel dela enquanto gemia alto.
A partir daí, o inevitável aconteceu. O tesão explodiu no quarto. O marido, entendendo perfeitamente o seu lugar de mero espectador, puxou o celular e começou a filmar tudo, hipnotizado. Olhei para ele e dei a permissão silenciosa: balancei a cabeça deixando que ele se masturbasse, desde que ficasse na dele, sem atrapalhar o show.
Puxei aquela mulher deliciosa pela cintura e a joguei de quatro na cama. Olhar para aquela bunda empinada, com o vestido preto curto todo amarrotado na altura das costas e ela molhada com o próprio gozo, era um convite irrecusável. Peguei meu p@u, que já estava estourando de duro, e empurrei de uma vez só, fundo, até encostar no talo.
— Ahhh, sim!... — ela gritou, afundando o rosto no travesseiro.
Comecei a foder com força, num ritmo selvagem, bem na frente do marido que se masturbava alucinado vendo a esposa ser estraçalhada pelo realizador baiano na cama de casal. O som dos nossos corpos se batendo e dos gemidos dela ecoavam pelo motel. Mudei de posição, deitei ela de costas, botei as pernas dela no meu ombro e continuei o bombardeio. Fiz aquela mulher gozar mais umas três vezes, o corpo dela contraía tanto que parecia que ia esmagar o meu membro.
Quando senti que estava no meu limite, puxei o meu p@u para fora e ordenei:
— Abre a boca.
Ela abriu os olhos, completamente entregue e dominada, deitada na cama e com a lingerie preta toda bagunçada. Abriu a boca sem hesitar. Segurei os cabelos dela por trás e descarreguei uma porra quente e grossa, enchendo a boca dela.
Ela engoliu uma parte e deixou o resto escorrer pelos lábios.
Olhei para o canto do quarto, onde o marido terminava de se masturbear, e chamei o submisso com o dedo para perto da cama.
— Vem cá. Beija a boca da sua mulher agora. Limpa a minha porra dela e agradece... Agradece por ela ser a sua rainha a partir de hoje, e a minha putinha particular toda vez que eu quiser.
Ele veio rastejando até a beira da cama, com os olhos fixos na esposa, e colou os lábios nos dela, saboreando o meu gozo na boca da própria mulher, sussurrando um "obrigado" enquanto eu apenas observava, com a certeza de mais uma fantasia realizada com sucesso no melhor estilo baiano.
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