Relato Erótico: O Presente do Corninho em São Paulo – Dinâmica de Poder

Postado há 1 mês

Relato Erótico: O Presente do Corninho em São Paulo – Dinâmica de Poder

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Relato Erótico: O Presente do Corninho em São Paulo – Dinâmica de Poder

Depois de meses conversando no PV, o corninho finalmente abriu o jogo completo: sua maior fantasia era se submeter totalmente e ver a esposa dele virando minha putinha.

O desejo era tão forte que ele decidiu realizar: comprou minha passagem, me buscou no aeroporto junto com a esposa e me trouxe pra São Paulo como presente surpresa pra ela.

Assim que entrei no carro, a dinâmica de poder ficou clara. Sentei no banco de trás com ela. Mandei a safada abrir minha calça e começar a me chupar com vontade durante todo o trajeto até o Mercúri Vila Olímpia. Enquanto ela mamava gostoso, babando no meu pau, eu enfiei os dedos na bucetinha dela, que já estava encharcada, e fiquei dedando firme até fazer ela gozar tremendo na minha mão, gemendo com meu pau na boca. O corninho dirigia e só conseguia assistir pelo retrovisor.

Chegando no hotel, ela desceu de mãos dadas comigo, já se comportando como minha mulher. Na recepção, enquanto eu fazia o check-in, puxei ela com autoridade, dei um beijo bem safado e fiquei apertando aquela bunda gostosa na frente do recepcionista. Virei pro marido e ordenei: “Corno, traz minha mala”. Ele obedeceu na hora. O recepcionista ficou sem jeito, mas deu uma risadinha cúmplice.

No quarto, assumi total controle. No banho, encostei ela na parede, enfiei os dedos e fiz a putinha gozar novamente, gemendo meu nome e se entregando completamente.

No almoço no Debetti Dry, continuei dominando. Mandei ela tirar a calcinha no banheiro e me entregar. Na mesa, tirei a calcinha molhada do bolso e entreguei pro marido na frente do garçom: “Toma aqui, corno… a calcinha da sua esposinha toda melada pro negão dela”. O garçom sorriu de canto de boca. Ainda mandei o corno dar uma boa gorjeta pra ele.

De volta ao apartamento, a putaria foi intensa. Fodi ela com força, dominando cada posição. Depois coloquei ela de quatro e invadi aquele cuzinho gostoso pela primeira vez. Ela gemia alto, pedindo mais, completamente submissa. O corninho ficou sentado no canto, sem permissão pra se tocar ou tirar a roupa. Ele só assistia a esposa sendo minha, enquanto eu reforçava: “Olha como sua mulher vira putinha no meu pau, corno. Ela é minha agora”.

Quando estava quase gozando, mandei ela se ajoelhar e gozei bem fundo na boca dela, enchendo aquela boquinha quente. Depois chamei o corno: “Vem aqui e limpa o restinho do meu leitinho da boca da sua esposa”. Ele obedeceu humildemente.

Perguntei se ela queria deixar o maridinho gozar. Com voz rouca de tesão, ela respondeu: “Não… hoje eu sou só do Realizador Baiano. Quero aproveitar meu negão ao máximo nesse dia”. A humilhação foi tão grande que o corninho quase gozou só de ouvir.

No final, mandei ele bater uma na nossa frente, narrando tudo que tinha visto. Quando chegou na parte do “corno, traz minha mala” na recepção, ele não aguentou e gozou desesperado. Eu e ela caímos na gargalhada: “Realmente um corninho manso e obediente”.

Ainda temos a noite toda pra eu continuar dominando os dois. Amanhã volto pra Salvador, mas a putinha já sabe: quando eu quiser, ela vem ou eu volto. O corno só tem uma missão: obedecer e proporcionar.

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Realizador Baiano — Especialista em Meio Liberal

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