Relato do RB - Um Cuckold é sempre um ótimo anfitrião
Postado há 1 mês
Um convite pra uma noite intimista
O clima estava exatamente como o planejado. Luz âmbar difusa, um som ambiente envolvente e uma mesa de petiscos e drinks que o próprio marido fez questão de me servir assim que passei pela porta. Ele sabia o papel dele, e eu sabia perfeitamente o meu. A esposa, uma hotwife exuberante, já me devorava com os olhos enquanto o marido se esquivava discretamente para o canto da sala.
Não demorou muito para o calor da Bahia tomar conta daquele ambiente. Puxei-a pela cintura direto para o sofá de couro. A pegada firme e o ritmo compassado, mas implacável, ditaram o tom. Quando minhas mãos espalharam o tesão pelo corpo dela, a atmosfera mudou. Ela não era mais a esposa recatada de ninguém; era uma mulher entregue ao ápice do prazer, completamente dominada pelo meu toque.
Enquanto eu a possuía ali mesmo, no meio da sala, o marido sentou-se na poltrona em frente, com o celular em riste, gravando cada ângulo, fascinado. Foi nesse momento que o jogo de poder ficou ainda mais explícito. No auge do transe, ela olhou fixamente para a câmera, com os olhos semicerrados e a respiração opressa, e disparou com uma voz firme e sensual:
— Olha aqui, seu corno... Olha o que o baiano faz comigo. Olha como ele me bota gostoso! É disso que eu gosto!
Aquilo foi o combustível necessário para o ápice. Ela comandava o cenário, alternando o olhar entre a lente do marido humilhado pelo prazer e os meus olhos. A cada estocada profunda, ela gemia mais alto, direcionando ordens ao homem que assistia a tudo sem fôlego. O ritmo acelerou, o suor misturou-se ao perfume do ambiente, e a sala foi inundada pelo som dos corpos colidindo e dos múltiplos orgasmos que ela despejava, trêmula, sob o meu comando.
Quando o ápice inevitável chegou, não houve controle. Deixei-a completamente melada, uma mistura quente e visceral do meu gozo com os fluidos dela, cobrindo seu ventre e suas coxas. Ela desabou no sofá, ofegante, com um sorriso de satisfação plena.
Eu me afastei devagar, acendendo o narguile e observando a cena. Era a deixa para a última parte do ritual.
O marido, ainda trêmulo e com o tesão transbordando pelos olhos, guardou o celular e aproximou-se do sofá de joelhos. Com total devoção, ele começou a cuidar dela. Antes de levá-la para o banheiro, ele abaixou-se e, com a língua, limpou meticulosamente cada gota do meu gozo e do dela que escorria por sua pele, saboreando o rastro do meu domínio. Só depois de deixá-la limpa na língua é que ele a pegou no colo, levando-a docemente para o chuveiro para finalizar o banho, enquanto eu apenas contemplava o sucesso de mais uma missão tipicamente baiana.
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